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Esse vai e vem enche o saco. Eu sei. Mas eu também sei que todos aguardam com ansiedade essas voltas triunfais. Os arquivos ainda estão sem destino, mas em breve dou um jeito neles...

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terça-feira, junho 7

Culpem o Uruguai

No último domingo, o Brasil teve uma apresentação de gala no Rio Grande do Sul, batendo a inexpressiva seleção do Paraguai por 4 tentos a 1. Nada de inesperado, considerando o ataque brasileiro formado por Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Adriano e Robinho.
Nesta trasmissão, acho que pela primeira vez na vida, ouvi algo coerente dito pelo Galvão Bueno. Ele considerou o fato da idade média desses quatro atacantes ser ainda muito baixa, o que torna possível que essa seja a escalação provável pelas próximas três copas.
Temos craques sobrando. Fora os quatro ainda sobram atacantes do mesmo nível. Poderíamos montar umas três seleções brasileiras sem repetir jogadores que teriam possibilidade de ser campeãs do mundo.
Temos sempre entre os melhores do mundo um jogador tupiniquim. Temos a seleção mais temida e a única que esteve em TODAS as Copas do Mundo. É quase que um Brasil contra a rapa.
Temos cinco títulos mundiais. Se vencermos novamente na Alemanha ano que vem, o que é bem provável, dobraremos a quantidade de títulos dos que estão logo abaixo de nós.
Nosso futebol é motivo de orgulho eterno, motivo de parar o país para assistir nossa pátria de chuteiras dando espetáculo em jogo de copa. Nosso uniforme canarinho faz tremer qualquer outra seleção do mundo. Somos o Schumacher do Futebol.
Mas isso nem sempre foi assim.
No começo do football, lá na primeira metade do século XX, o Brasil tinha uma seleção modesta. Com a camisa branca, nossa seleção não era nada além de mediana. Até que resolvemos sediar uma Copa de Mundo em 1950. Jogando em casa, a seleção foi ganhando e se mantendo na competição, até que chegou na final. O otimismo era geral. Mais de 100 mil pessoas lotavam o Maracanã para ver aquela final. E o Brasil começou ganhando. Tudo corria às mil maravilhas. Ganharíamos nossa primeira Copa do Mundo em casa!
Mas a seleção do Uruguai, que disputava aquela final contra o Brasil resolveu virar Joselito e meteu dois gols no Brasil. Nunca 100 mil pessoas fizeram tanto silêncio.
Imagino se aquilo não criou, de certa forma, um monstro. Algo como: "Ah, é?! Vai fazer isso com a gente? Então vamos nos tornar o melhor futebol do planeta para fazer igual com vocês, seus palhaços!". Imagino a decepção de um garotinho negro e humilde de 10 anos que, num arroubo digno de Anakin Skywalker declarou: "Vou ser o melhor jogador de futebol do mundo!". Desde então, a camisa da seleção se tornou amarela, oito anos depois daquela final já éramos campeões, para ser bi quatro anos depois, para ser tri em 70 e aquele garotinho negro e humilde se tornava o rei Pelé.
Quando ultrapassamos o Uruguai em número de títulos, demos uma quebrada no ritmo. Afinal, já estava tudo mais tranquilo. Mas em 94 pensamos que não podemos mais deixar ninguém ser melhor que o Brasil. Isso é questão de honra. A promessa ainda não foi cumprida.
Por isso, se você gosta de futebol e tem orgulho de nossa seleção, REZE para que nunca aconteça outra copa no Uruguai. E, se acontecer, REZE para que o Brasil nunca vá para a final contra o time da casa e ganhe. Pois aí nosso ciclo estaria completo e nunca mais nossa seleção seria a mesma.
Se os outros times tem até raiva da nossa supremacia futebolística, já avisamos: É tudo culpa do Uruguai!

Regurgitado por Speed Racer às 15:40 - link -
terça-feira, agosto 10

Abrindo a bocona pra falar merda

Popó avisa adversários: "Vou voltar a ser campeão mundial"
Eu li isso hoje de manhã no site do Estadão e fiquei indignado.
Na verdade, o Popó sempre foi alvo de discussões. Afinal ele apenas defendia o título dos superpenas, sendo que ele poderia ser campeão dos leves, como o fez recentemente.
Afinal, antes de cada luta para defender o título dos superpenas, Popó precisava emagrecer, para poder ficar na faixa de peso da categoria. Porra, isso é covardia. É como um moleque de doze anos bater em um de oito.
Mas aí, Popó decidiu virar homem. Mudou de categoria e ganhou o título dos leves. Até que, na sua primeira defesa do novo título, caiu três vezes e jogou a toalha.
É a primeira derrota dele na vida. Isso nunca tinha acontecido antes. Quase como uma broxada. Acho que por isso ele não sabia de uma pequena e quase irrelevante coisinha:

Popó, sua moral tá mais baixa que prepúcio de cobra. Não é hora de você falar nada. É hora de voltar a treinar e voltar a ganhar. DEPOIS que você ganhar a revanche, aí fale o quanto quiser.

Brasileiro tem um pouco essa mania de ser gargantão. Tem a boca maior que o ego dos argentinos. Mas, na minha humilde opinião, eu penso que uma derrota deve servir de lição.
Dentro de si, você deve ter a certeza mais absoluta que você dará a volta por cima. Mas isso deve ficar dentro de você. Agora é hora de agir, não de falar. Nas entrevistas desses que são os piores dias, eu esperava ler algo como: "Devia ter me preparado melhor", ou "Aprendi muito com essa derrota", ou "Conheci meus pontos fracos", ou algo do gênero. E não "Deus não quis" como eu li hoje no Terra.
Pra variar, outro exemplo de evangélico tirando o próprio brioco da reta e botando a culpa em alguém. Ou é culpa de Deus ou do Diabo. Sempre. Mas isso é outro post...
Voltando...
Você quer sua credibilidade de volta, Popó? Então volta lá e enche o cara de porrada. Enquanto você não fizer isso, pode declarar o que quiser. Minha reação será ler e dizer: "psssss... Então tá..."

Regurgitado por Speed Racer às 08:46 - link -
terça-feira, julho 27

A descoberta da sexualidade

A verdade é que eu sempre gostei de crianças. Quando eu era menor, no tempo que ainda tinha uns 10 ou 11 anos, havia uma amiga da minha mãe que tinha três filhas. Uma da minha idade, que brincava mais com minha irmã e duas menores, que eu adorava. Eu sempre gostei de brincar com crianças, talvez por eu ser uma criançona mesmo.
Aí, quando eu tinha 11 anos (dessa vez com certeza) e estava na 5ª série, a coordenadora da pequena escola que eu estudava tinha uma filhinha. Eu brincava com ela no parquinho lá e era zoado sumariamente pelos colegas. Claro que as brincadeiras possuíam alto teor sexual. Algo como "está querendo comer a menininha..."
Mas não. Eu nunca tive nenhuma maldade sequer brincando com crianças. Não tenho a menor vocação para Michael Jackson. E, curiosamente, as crianças com quem eu brincava eram sempre meninas...
E eu sempre fui todo preocupado em nunca dar a menor chance de ninguém levar isso para o lado errado mesmo. Mesmo porque na época eu era uma criança também (hoje o cuidado é maior, pois eu ainda gosto de criança).
Aí, um amigo meu do prédio tinha uma irmã menor, que tinha uns 4 anos na época. Eu sempre, pra variar, brincava com ela.
Um belo dia estávamos na sala do apartamento dele e ele estava, se não me engano, tomando banho ou jantando ou sei lá onde. Aí eu estava brincando com a menina no sofá e o pai deles assistindo TV ao lado.
A menina, do nada, aponta para o próprio órgão genital e diz:
- Olha minha xoxota! Esse é o seu pintinho! - disse ao apontar adivinhem para onde.
Eu gelei, fiquei verde, azul, amarelo, roxo, laranja e mais a mistura de todas elas enquanto o pai dela disse com uma voz alta, sonora e imponete:
-FERNAN-DA! (sim, era o nome da criança)
Ela muxou e eu nunca mais brinquei com ela por causa do trauma.
Depois que o cara mudou do prédio, nunca mais os vi. Mas seria engraçado saber que a menina hoje é ruim pra cacete de cama por causa desse dia em especial.

Me colocando na situação do pai, deve ter sido terrível. Não havia outra medida a tomar de imediato, mas, por um lado mais psicológico, esse tipo de atitude faz do brasileiro um povo tão mal-resolvido na sua sexualidade.

Somos de muito papo, mas pouca ação. Duvidam? Perguntem para o Kid.

Regurgitado por Speed Racer às 20:10 - link -
sexta-feira, junho 25

Novo Recesso. Saco.

Pois é, macacada.

Resolvi dar uma satisfação. Estou sem acesso à internet sei lá até quando. Não adianta eu postar "quando dá" e ficar nessa de não visitar ninguém. Isso acaba com qualquer inspiração e expontaniedade para escrever. Um grande exemplo foi esse meu último post sobre a do Tamborim, que eu imaginava que iria sair excelente, pois o assunto rendia, mas o resultado não foi satisfatório.
Esse blog permanecerá aberto, embora suspenso. Vocês saberão quando eu voltar, porque farei questão de comentar todo mundo. Eu ainda visito a galera aqui da consultoria, mas não consigo comentar pelo sistema do Blogger.com.br nem o da Cinderela, que o proxy daqui barra. Mas estou lendo os posts, quando posso. Viu, Lili?!
É uma pena. Quando resolvo voltar com essa bodega, lá vou eu pro banco de novo.

Tenham ótimos blogs porque eu espero que esse melhore quando eu puder voltar.

Beijos para elas e abraços para eles.

Regurgitado por Speed Racer às 19:39 - link -
sexta-feira, junho 11

Um Hate Post como há muito tempo não havia...

Sabe quando você é criança, tem uns oito ou nove anos e está brincando de pega-pega ou algo assim (aliás esses nomes de brincadeiras infantis são meio sacanas, né? Pega-pega, esconde-esconde, trepa-trepa, durou ou mole... Deve ser de propósito...) e tem uma criança menor, de uns quatro ou cinco anos, que é irmã de alguém da turma e fica enchendo o saco que quer brincar também? Só que fica aquela coisa. O menor é "café com leite" e deixam ele reinar na brincadeira uns cinco minutos, só pra ele parar de encher o saco? Então... Isso vai fazer sentido mais tarde.
Estava eu, feliz e faceiro, assistindo ao cultural programa Superpop da Luciana Gimenez na Rede TV! na quarta-feira, quando vejo que, entre os convidados do programa está uma pseudo-socialaite-pensa-que-é-chique Narcisa Tamborindeguy.
Essa mulher é, pra falar pouco, estranha. Tava lá um cara que bate ponto quase todo dia no programa. Estava com a esposa, uma véia bem safada que ficou falando que o cara era bom na cama. Bem, em determinado momento, a véia chama a do Tamborim de "Maluca". Assim, meio sem motivo, meio de brincadeira.
A do Tamborim ficou possessa e abandonou o programa. A sra. Jagger foi atrás da moçoila até a porta da emissora, para convencê-la a ficar. Eu imaginava que tanto esforço deveria ter um motivo, algo como a presença da do Tamborim ser completamente indispensável, pela sua inteligência refinada, ou seu humor ácido.
Mas já começou mal. Vamos analisar com calma. Se alguém tenta me atacar dizendo, por exemplo, que eu tenho hemorróidas, minha reação dirá a verdade. Se alguém me diz isso e, como é o caso, não é verdade, minha reação é rir e dizer: "Que coisa mais imbecil" e rir de novo. Agora, se eu me morder, ficar putinho e sair batendo as tamancas, estarei dando um claro exame com atestado científico que eu tenho hemorróidas. Porra, isso é claro! Quer dizer, se a do Tamborim ficou possessa porque chamaram ela de "Maluca", é porque é uma doida varrida mesmo! Vai se tratar! Que coisa mais ridícula!
Aliás, não sei como essa mulher consegue aparecer por aí. Sei que ela fica enchendo o saco do pobre Carlos Alberto de Nóbrega para aparecer na Praça é Nossa. Que bosta.
Mas o que a Sra. Jagger quer com ela?
Bem, o programa continuou e chegou o quadro da do Tamborim. O nome do quadro é: Ai que absurdo, Ai que loucura." Basicamente consiste na Sra. Jagger lançar alguns temas e ela discorrer sobre o assunto.
Aí começa a sessão trash. Alguns temas que apareceram foram: Violência Urbana, Palácio do Planalto, Sérgio Naya...
Porra, ela é policial? Não. Ela é senadora? Não. É presidenta da câmara? Não. É amiga do Sérgio Naya? Não. Morava no Palace II? Não. Então que merda ela vai poder falar sobre esses assuntos que uma muriçoca não saiba???
E o pior é que isso se concretizou. Vejam as opiniões altamente relevantes dela sobre esses assuntos:
Violência Urbana - Ah, é algo muito complicado. Você ter filhos que vão sair e não saber se eles vão voltar. Naquela guerra da Rocinha tinha muita bala perdida. É perigoso, né? Não dá pra viver tranquilo. Conclusão: Ai, que absurdo.

Palácio do Planalto - Ah, o prédio é muito bonito, né? O Niemayer fez um bom trabalho. Tem muito político corrupto lá. Mas não são todos. Tem alguns bons. O Lula precisa dar um jeito nisso. Conclusão: Ai, que absurdo.

Sérgio Naya - Ah, ele deveria pagar para as vítimas. Ele não teve toda a culpa do prédio ter má qualidade, afinal o engenheiro também tem culpa. Conclusão: Ai, que absurdo.

Não, minhas opiniões eram que a Violência Urbana é algo muito legal. Que é muito bom para o país, que o Palácio do Planalto é feio e que só tem político bonzinho lá e o Sérgio Naya não deveria pagar mesmo. Quem mandou as vítimas irem morar lá?! Mas, depois desse programa, eu mudei toda a minha visão do mundo! A do Tamborim abriu meus olhos para uma nova compreensão acerca da sociedade e do modo como vivemos...
Olha, estou evitando de mandar a Sra. Jagger, a do Tamborim e a Rede TV todos tomarem em seus respectivos cus, mas não dá.
Sabe o que parece? Que a do Tamborim é igual aquela criança mais nova que eu disse no começo. Colocam ela no programa pra deixar ela feliz e parar de ficar ligando enchendo o saco querendo aparecer. Dão qualquer tema pra ela falar as coisas mais óbvias da face da Terra lá e pronto. Ah, se enxerga, SUA MALUCA!!!
O detalhe é que eu só citei esses três temas porque foi isso que meu estômago me permitiu assistir, antes de começar com contrações regurgitórias. Aí fui ver o resto do jogo do São Paulo, que estava ruim, mas não tanto quanto esse programa ridículo.

Regurgitado por Speed Racer às 11:29 - link -
quinta-feira, junho 3

O MELHOR escritor de ação da história

Este será um post comprido que eu tenho certeza que todos ficarão com preguiça de ler. Exceto meu amiguinho quide. Que vai se interessar, certamente. Afinal, foi ele que praticamente me forçou a escrever este post. Sem mais delongas, deixa eu entrar no assunto logo.
Quando eu tinha meus dezesseis pra dezessete anos, meu pai estava lendo um livro chamado Parque Jurássico. Eu, na época, já gostava de ler e perguntei a ele do que se tratava o livro. A resposta: "Alguns cientistas conseguem recriar dinossauros a partir de DNA's preservados em âmbar. Aí um doido monta um tipo de zoológico com os dinos e eles saem de controle." Interessado, fui ler. O livro tem 460 páginas, aproximadamente. Li em 4 dias.
Esse livro fez com que eu me tornasse um fã ardoroso e incondicional do escritor, um mané chamado Michael Chrichton. Não li todos os livros dele ainda, mas faltam poucos. Sobre os que eu li, eu gostaria de destacar alguns pontos:

- Jurassic Park -> Como eu disse, o livro é espetacular. Esqueça do filme. O Tiranossauro tem um papel muito maior, com uma perseguição em um lago e uma cena em uma cachoeira que é do caralho. O apiário que foi aparecer apenas no terceiro filme está aqui também. A cena do primeiro ataque do Tiranossauro é bem diferente, fora que as idades das crianças foram trocadas. No livro o moleque é mais velho e entende de computador e a menina é pequena e insuportavelmente afetada. Os velociraptores são infinitamente mais espertos que no filme, criando armadilhas para conseguir entrar no centro de visitantes. Ah, claro, o Hammond morre no fim. É comido por um bando de procompscognatos. Mas isso é detalhe.

- O Mundo Perdido -> Esqueça do filme mesmo. Dessa vez, o filme é apenas levemente baseado no livro. Eles apenas têm em comum uma cena em que o trailer com um bebê de tiranossauro é atacado pelos pais. Ainda assim é totalmente diferente. O livro é espetacular, o filme é uma bomba. No livro, temos um dos meus personagens preferidos de Chrichton, um professor extremamente egocêntrico chamado Levine. Esse cara é muito legal. Agora, quanto ao filme... Ian Malcom tem uma filha? Dinossauros em San Diego?? Caçadores de dinossauros??? Uma ginasta batendo em velociraptores???? Eddie Carr é um gordinho escroto???? Hammmond ainda vivo????? Isso me enoja. A história do livro é muitíssimo mais complexa e interessante. Fora que tem outro bandido que é dos melhores do autor, chamado Dogdson. Esse é outro que merece destaque. Fora o Thorne, que é, nas palavras do quide, o engenheiro mais CB (sangue bão) da literatura.

- Devoradores de Mortos -> Livro que originou o filme 13º Guerreiro. Bem, nem preciso dizer que o livro é anos luz melhor que o filme. No livro, narrado em primeira pessoa, acompanhamos as memórias de um árabe que foi mandado em uma missão para a terra dos Vikings. Ele tem um companheiro que traduz o que os Vikings falam e consegue, no final, entender uma ou outra palavra. No filme, o Antonio Banderas miraculosamente aprende a língua dos caras em poucas horas. Inteligente ele, não? A melhor sacada do livro é o choque cultural do árabe no meio dos "devassos" vikings, já que a maneira dos dois viverem são totalmente diferentes. Esse é dos melhores de Chrichton.

- O Homem Terminal -> Esse não virou filme ainda, mas é um ótimo livro, onde temos um homem com sérios distúrbios neurológicos, que fazem com que ele tenha crises de violência onde pode matar quem estiver por perto. Para curar isso, implantam um chip em seu cérebro, que estimula a liberação de endorfinas cada vez que uma crise está para começar. Os pontos altos do livro são: A médica descobrindo o ponto exato do cérebro onde está o distúrbio; O cara se viciando no chip; O suspense geral. Mais um ótimo livro.

- Esfera -> Esse livro gerou a melhor adaptação literária para o cinema que eu conheço na vida. O filme, obviamente, condensa o livro, mas mantém todos os elementos que fazem do livro uma história muitíssimo bem contada. Aliás, a melhor parte do livro é o final e ele foi mantido integralmente no filme. Os atores estão bem (Dustin Hoffman, Samuel L. Jackson), a direção é segura e os efeitos não decepcionam. Recomendo o filme e a leitura. Ambos valem a pena.

- Congo -> Mais um filme que ficou um lixo. O livro não é dos melhores do autor, mas vale uma lida. Ele erra um pouco a mão nesse título, mas como coleção eu até compraria. Para quem não viu o filme, é sobre uma expedição que esbarra em uma espécie agressiva e desconhecida de gorilas assassinos. O suspense é bom, mas tem um ou outro furinho que estraga um pouco. Mas não compromete. O filme compromete sim. E muito.

- Linha do Tempo -> De longe, o melhor livro de Michael Chrichton. A melhor história, o melhor suspense, as melhores sacadas, a melhor ação, os melhores personagens, ou seja, vale ter e encapar o livro para não gastar a capa. Se você viu o filme, leia o post do quide sobre ele, assim terá uma noção como um filme tão ruim conseguiu ser baseado em um livro tão bom. Retrata a idade média como você nunca viu. É porrada atrás de porrada. Pontos altos: O melhor personagem do autor: Robert Doniger; A cena do moinho; A cena da cabana onde se descobre a passagem para o castelo (essa é foda); o duelo de justa; o resto do livro. Esse é o melhor. O melhor.

- Presa -> Último lançamento do autor, mas não passa perto de Linha do Tempo. O livro é até legal, e tal, mas ele errou a mão um pouquinho, assim como em Congo. A história fala sobre nanorrobôs que fogem ao controle e tornam uma empresa praticamente um cativeiro para quem está lá dentro. No meio do deserto. Você já viu isso, só que melhor, em Jurassic Park. O livro é em primeira pessoa, coisa que eu, particularmente, prefiro. Mas nesse caso, estraga um pouco por perder o suspense em relação à: O cara não vai morrer. Senão, quem contaria a história? Vale a leitura e, provavelmente, em um ou dois anos, deve sair o filme baseado no livro.

Curiosidades gerais: Chrichton vende os direitos de seus livros para diretores de cinema antes mesmo de escrevê-los. O cara tem uma moral absurda. Seus livros sempre discorrem sobre tecnologias e ciências, tudo muito interessante. Ele consegue imprimir uma ação absurda em suas cenas, coisa inigualável, que eu nunca vi em autor nenhum. Ele era médico e foi escritor/produtor da série ER, conhecida como Plantão Médico aqui no Brasil. Não, não é uma samambaia que cura. Tá, piada pronta, eu sei.
Outros livros dele que eu ainda não li: Andrômeda; Sol Nascente (vi o filme, mas ainda não li o livro); 10 casos (livro sobre casos de medicina. Não estou muito a fim de ler, mas, sendo de quem é, deve ser legal também).

Se você não leu nenhum dos livros citados acima, vá ler correndo. Agora! Vai! Demorou!

Vamos lá, quide. Quero ver um comentário para cada livro.

Regurgitado por Speed Racer às 08:55 - link -
segunda-feira, maio 31

Vai fazer frio assim na puta que pariu

Acho que não apenas em São Paulo, mas em várias outras partes desse Brasilzão de Deus a temperatura despencou vertiginosamente nas últimas semanas. Depois de um início de outono quente, estamos em um início de inverno rigoroso. Na madruga daqui dessa cidade chegou a bater seis míseros graus.
Tem gente que gosta do frio. Eu acho uma das coisas mais irritantes que existem na sociedade moderna e contemporânea (eu sempre quis usar essa palavra). Como SP não é adaptada a essa temperatura de merda (apesar de merda mesmo ser quentinha), passamos um frio do cacete cada vez que fazemos qualquer uma das coisas abaixo:

- Tirar a roupa pra tomar banho;
- Fechar o chuveiro e pegar a toalha;
- Sentar na privada gelada pra soltar um barro;
- Sair da cama de manhã;
- Vestir a roupa gelada de manhã;
- Botar a cara na rua e perceber que colocou blusa de menos, pois avaliou mal a temperatura externa;
- Sentar em um sofá de couro;
- Deitar na cama gelada, que só vai esquentar depois de uma meia-hora de calafrios;
- Encostar no pé gelado da mulher que não consegue dormir usando meias.

E essa baixa temperatura ainda tem outros inconvenientes:

- Pesar uns 10 quilos a mais pela quantidade de roupa usada;
- Ficar em algum lugar com a blusa, por preguiça de tirar e ficar suando. Aí, finalmente decidir tirar a porra da blusa e, dois minutos e quinze segundos depois, ficar com frio de novo;
- As mulheres podem ficar até mais elegantes, mas, todas encapotadas como ficam, nos privam da visão de suas pernas, decotes e afins;
- Perder a sensibilidade no nariz cada vez que aparece ao ar livre;
- Perder a sensibilidade da mão, já que, nesse puta frio do cacete, fica quase obrigatório o uso de luvas;
- Tentar usar o celular usando luvas.

Mas, mesmo assim, tem um monte de gente que diz adorar o frio. Então mudem pra Lapônia e vão lá chupar o papai noel achando que é sorvete e não me encham o saco! Eu vou é morar perto da linha do Equador, onde a temperatura abaixa até, no máximo, 20 graus.
Eu gosto do calor. E vou morrer amaldiçoando o frio com essa frase totalmente contraditória:

Vai fazer frio assim no inferno!

Regurgitado por Speed Racer às 15:04 - link -

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